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O HTML 5 e a recusa do Steve Jobs em utilizar o Flashplayer podem afetar os negócios de Educação a Distância?

postado por george — 29 de abril de 2010

Enquanto muitos celulares, incluindo o Google Nexus, possuem um player para tocar animações flash, o Iphone da Apple e o Ipod Touch se recusam a adotar essa funcionalidade. Os usuários do Iphone tinham a esperança de uma solução com o anúncio do lançamento do iPad pela Apple. Porém, o Ipad foi lançado, e ao invés de atender a demanda dos usuários, o iPad utiliza o HTML5. O rumor é que o Steve Jobs considera a Adobe “preguiçosa†e portanto, recusa em utilizar a tecnologia Flash nos produtos da Apple.

Para empresas que produzem cursos, serviços e softwares para educação a distância, isso é uma lacuna bem grande. A maioria das companhias de e-learning vem utilizando o flash durante anos. Mas o mercado americano está encontrando novas razões para incorporar o uso de iPads no escritório como uma ferramenta para os funcionários, este é um dos motivos pelo qual o iPad continua a ter grandes números em sua venda. Os profissionais de Elearning que continuam utilizando apenas os produtos da Adobe para criar conteúdos interativos e dinâmicos estão perdendo uma grande fatia no negócio de conteúdo customizado para educação a distância.

O iPad suporta o HTML 5, que possui a maioria das funcionalidades do Adobe Flash e ainda oferece benefícios adicionais. Se Steve Jobs estiver correto em sua declaração, que o mundo deixará para trás o Flashplayer e migrará totalmente para o HTML 5, os designers de conteúdo customizados para e-learning que já incorporaram HTML 5 vão estar um passo a frente dos outros. Incorporando HTML 5 não significa apenas abocanhar os negócios que utilizam os iPads – HTML 5 possue outros benefícios em relação ao Flash.

HTML 5 usa CSS 3 para animação, layout e aplicação de estilo. Também usa novos tags para inserir recursos interativos na página. As novas tags e o CSS 3 possibilita uma página mais enxuta, que pode ser carregada em um tempo menor que as antigas versões de HTML. Tudo, porque o HTML 5 não depende do JavaScript ou Flash para tocar a mídia; os usuários experimentam uma diferença mensurável na funcionalidade da página e horas de carregamento.

O Senhor Jobs talvez esteja certo, mas vai demorar um longo tempo para que os produtores de conteúdo e mídia deixem o Adobe Flash. Ainda mais que o HTML 5 surgiu há pouco tempo, por isso a maioria dos escritórios de Ead nem começaram a utilizar direito a nova tecnologia. Levará muito tempo para que o mundo desista do Flashplayer(se o fizerem). Mas o mundo dos negócios hoje, está estimulando o uso de HTML 5 nos iPads e as empresas americanas estão adotando rapidamente o iPad dentro da sua realidade.

Para entender a pontecialidade da união do HTML 5 e o iPad assista abaixo o que fizeram com um livro infantil dentro do iPad:

FONTE: Tradução Livre do artigo que se encontra no blog silkwebconsulting

Qual fonte você precisa?

postado por Vinicius Malavolta — 26 de abril de 2010

Escolher a fonte certa para cada trabalho é uma das tarefas do designer gráfico. Este fluxograma da designer Julia Hansen o ajudará nesta árdua tarefa de forma bem-humorada.

Lucas Oliveira traduziu o diagrama para o português, caso você queira acessar a versão original em inglês – clique aqui.

Fonte: Sedentário e Hiperativo.

Dicionário de Terminologia de Educação a Distância

postado por george — 20 de abril de 2010

Você tem dúvidas sobre as terminologias utilizadas nos projetos de EaD? Então, confira o Dicionário de Terminologia de Educação a Distância,
desenvolvido especialmente para a Fundação Roberto Marinho – FRM – Superintendência do Telecurso 2000.

Você pode baixar a versão impressa do dicionário no site da ABED. Aproveite!

Crase em Educação a Distância !

postado por george — 15 de abril de 2010

Como sabemos, a crase é a fusão de dois fonemas vocálicos iguais em um só. A crase somente ocorre antes de palavras femininas determinadas pelo artigo a(s) e subordinadas a termos que requerem a preposição a.

Em Educação a Distância, educação pede a preposição a [educar a], mas a palavra feminina distância, nesse caso, não é precedida do artigo a. Tal situação não gera a fusão, pois não temos o artigo feminino, somente a preposição. Ou seja, não ocorre a contração, portanto, não se acentua.

Muitos autores, visando à clareza do enunciado, preferem acentuar locuções ou expressões em que o a é simples preposição, mas isso tem a clara intenção de desambiguizar a expressão, evitando que a preposição possa vir a ser lida como artigo: “A tendência da língua é acentuar o a inicial das locuções femininas (adverbiais, prepositivas e conjuntivas), mesmo quando não é crase” (LUFT apud MORENO, 2007). Porém essa ambiguidade não ocorre em Educação a Distância, como ocorre em educar a distância ou estudar a distância.

O Houaiss é claro em sua explicação: “O uso gramatical baseado nos clássicos da língua é de que o sintagma a distância, quando a distância de que se fala não é especificada, se grafe sem crase: viram algo movendo-se a distância; e com crase, se a distância é especificadaâ€, e ainda nos dá o significado de educação a distância [sem o acento] Rubrica: pedagogia. m.q. teleducação.

Cegalla também deixa claro em seu Dicionário de dificuldades da língua portuguesa (1999), “Aconselhável é também não usar acento grave na locuçãoa distância: manter-se a distância, seguir alguém a distância, etc.â€. O autor ainda alerta: “a loc. prepositiva à distância de, que não deve ser confundida com a loc. adverbial a distância, leva acento grave, ainda quando a distância é indefinidaâ€.

por Simone Rejane

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postado por george — 15 de abril de 2010

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