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	<title>Mobiliza - Aprendizagem a Distância &#187; Notícias</title>
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	<description>A Mobiliza desenvolve e adapta conteúdo para cursos a distância e presenciais e, além disso, também oferecte assessoria especializada para capacitar sua equipe no acompanhamento, desenvolvimento e avaliação de projetos de EaD implantados na sua empresa.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 21 Jul 2011 16:56:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>WORKSHOP EDUCAÇÃO DIGITAL &#8211; Estado da arte, tendências e estratégias</title>
		<link>http://www.mobiliza.com.br/workshop-educacao-digital-estado-da-arte-tendencias-e-estrategias/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Jul 2011 16:56:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>nelao</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O workshop contempla a apresentação de experiências inovadoras na área da educação tecnológica.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Evento com objetivo de apresentar aos empresários desenvolvedores de tecnologia de Santa Catarina e demais interessados, experiências inovadoras na área da educação tecnológica e promover uma sintonia das ações de pesquisa e desenvolvimento com o mercado catarinense, brasileiro e internacional.</p>
<p>Data: Segunda-feira, 25 de Julho</p>
<p>Local: Auditório da Acate, Rua Lauro Linhares, 589, Florianópolis &#8211; SC &#8211; 88036-002</p>
<p>Público Alvo: Empresários, colaboradores, pesquisadores que trabalham com tecnologia aplicada ao segmento educacional.</p>
<p>Inscrições e mais informações: <a href="http://www.verticaleducacao.tangu.com.br" target="_blank">http://www.verticaleducacao.tangu.com.br</a></p>
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		<title>Com baixo desemprego, pequenas e médias investem para reter talentos</title>
		<link>http://www.mobiliza.com.br/com-baixo-desemprego-pequenas-e-medias-investem-para-reter-talentos/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Jan 2011 19:20:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>george</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Estratégias vão de oferta de 16º salário a meio expediente no aniversário.Para consultores, ações econômicas podem manter profissional na empresa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal"><strong>Estratégias vão de oferta de 16º salário a meio expediente no aniversário.Para consultores, ações econômicas podem manter profissional na empresa.</strong></p>
<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal">Com a baixa taxa de desemprego no país, fica mais difícil encontrar profissionais qualificados no mercado e aumenta a preocupação dos empresários em manter seus talentos. Para segurar o time, pequenas e médias empresas, que concorrem com os grandes pacotes de benefícios oferecidos pelas maiores, têm criado estratégias que vão de oferecer16º salário a alternativas mais econômicas, como churrasco uma vez por mês e meio expediente no dia do aniversário.</p>
<p class="MsoNormal">“Gente boa faz toda a diferença e todos sabem a dificuldade de encontrá-las no mercado”, diz Natasha Hazan, coordenadora do instituto Endeavor, de fomento ao empreendedorismo, no Rio de Janeiro. A especialista lembra que, de forma geral, a pequena empresa não consegue pagar um salário maior que o de empresas de grande porte, mas ações que não pedem alto investimento, como melhorar o ambiente de trabalho e dar possibilidade de crescimento ao funcionário, às vezes são suficientes para fazer o profissional pensar duas vezes antes de deixar a companhia.</p>
<p class="MsoNormal">Um dos sócios da empresa carioca do ramo de marketing Biruta Mídias Mirabolantes, Rafael Liporace de Souza Pereira, diz ter descoberto uma estratégia para retenção sem fazer altos investimentos. “Não quisemos fazer política baseada na questão financeira porque, além de as maiores empresas terem caixa e bolso maior, nem todo mundo trabalha só por motivo de dinheiro”, diz.</p>
<p class="MsoNormal">Não quisemos fazer política baseada na questão financeira porque, além de as maiores empresas terem caixa e bolso maior, nem todo mundo trabalha só motivo pelo dinheiro&#8221;</p>
<p class="MsoNormal">A empresa, que tem 60 funcionários, investe em políticas de retenção baseadas em pilares como bom ambiente de trabalho e cultura organizacional. Para isso, são oferecidos benefícios como espaços com sinuca, videogame, jogo de botão, shiatsu e até piscina para intervalos de descontração &#8211; ou inspiração &#8211; durante o trabalho, uma vez que a empresa precisa de um ambiente que inspire a criatividade da equipe, diz.</p>
<p class="MsoNormal">&#8220;Uma vez por mês a gente faz churrasco em volta da piscina”, afirma. Além disso, os funcionários trabalham só meio expediente no dia do próprio aniversário, no de casamento ou no do filho de até dez anos. “Medidas como essa só custam o meio expediente do profissional. Se estivesse na empresa, ele poderia não produzir, com a cabeça na festa do filho”, revela.</p>
<p class="MsoNormal">Para Pereira, contudo, entre outros motivos que seguram os talentos estão a possibilidade de desafios e de desenvolver o que aprendeu. O empresário comenta que, apesar de não conseguir praticar os salários mais altos do mercado, também não tem os piores, procurando oferecer algo em torno da média. “Sem remuneração factível, as pessoas saem do mesmo jeito”, diz.</p>
<p class="MsoNormal">Na Biruta, a meta de turnover (índice de rotatividade dos funcionários) foi estabelecida em 5%, mas o sócio afirma que ela tem se mantido entre 2% e 3%. Neste último ano, por conta do aquecimento econômico, ele afirma que todos os profissionais que perdeu foi por questões financeiras.</p>
<p class="MsoNormal"><strong>16º salário</strong><strong><br />
</strong><strong> </strong>Investir em premiação e bônus por desempenho é a estratégia que está sendo usada pela empresa de tecnologia i8, em Florianópolis, que conta com sete funcionários, entre eles dois estagiários. De acordo com Carlos Eduardo Penteado, um dos três sócios, os funcionários recebem até 16º salário, sendo que o último é o oferecido em prêmios.<strong> </strong></p>
<p class="MsoNormal">“Há uma análise interna a cada três meses e os próprios profissionais avaliam o quanto merecem receber. Se ele teve 70% de aproveitamento, recebe mais 70% do salário”, explica. Penteado afirma que investe cerca de 40% a mais da folha de pagamento para oferecer o benefício que, segundo ele, retorna em produtividade para a empresa.</p>
<p class="MsoNormal">A i8 também optou por deixar a sexta-feira mais livre para que todos possam pesquisar sobre projetos extras de interesse. “Se tem alguma coisa que o funcionário quer fazer na empresa, ele tem a sexta para pesquisar sobre o assunto”, explica o empresário.</p>
<p class="MsoNormal">De acordo com Penteado, a retenção de talentos é vista como estratégica pela i8, que tem apenas um ano e meio de vida. “Estabelecemos a meta de que, se o funcionário se encaixar na empresa no período de dois anos, que ele fique dez, até mesmo pelo retrabalho que dá treinar novos profissionais”, afirma.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong>Falta mão de obra</strong><br />
De acordo com Reinaldo Messias, consultor do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas em São Paulo (Sebrae/SP), em período de aquecimento econômico é comum que menores empresas sejam fornecedoras de mão de obra para as grandes, o que exige do pequeno empresário atenção sobre políticas de retenção. “No passado, até funcionava aquela história do ‘manda quem pode, obedece quem tem juízo’, mas hoje, com a demanda aquecida, a necessidade por gente boa é maior e o mercado não tem essa mão de obra disponível.&#8221;</p>
<p class="MsoNormal">De acordo com o Sebrae, 98% das empresas no Brasil são micro, pequenas e médias empresas, que são responsáveis por 56% dos empregos formalizados do país.</p>
<p class="MsoNormal">Para Messias, práticas seguras de retenção desses talentos estão voltadas à qualificação profissional e até mesmo bolsas de educação para filhos de funcionários.</p>
<p class="MsoNormal">Outra opção é oferecer ao talento uma pequena participação na empresa, que pode ser de 1%. “Dessa forma, o funcionário passa a integrar a empresa como dono e as remunerações podem vir maiores, compensando ficar pelo status de ser parte da organização”, diz. Entre outras medidas possíveis está até subsidiar parte da moradia para perto da empresa, em vez de pagar o vale transporte para quem mora longe. Para Messias, 5% da folha de pagamento podem ser destinados a ações como essas para, posteriormente, avaliar os ganhos e as carências existentes.</p>
<p class="MsoNormal"><strong><img class="alignleft size-full wp-image-258" src="http://www.mobiliza.com.br/wp-content/uploads/2011/01/mob13a.jpg" alt="" width="309" height="269" />Profissionais especializados</strong><br />
A empresa Mobiliza, que oferece soluções tecnológicas também em Florianópolis, pretende começar, a partir deste ano, a oferecer auxílio para estudos. “Oferecer um salário maior é uma estratégia que a gente, como pequeno, não consegue”, diz o empresário Kornelius Hermann Eidam. O empresário disse que tenta conciliar o interesse profissional com o da empresa. “Nossos funcionários são programadores e designers. São profissionais especializados que têm sido procurados pelo mercado. É desafiador mantê-los”, diz.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">Em São Paulo, o laboratório de patologia cirúrgica Diagnostika, que conta com cerca de cem funcionários, também tem realizado ações para diminuir a rotatividade anual, que tem girado em torno de 10%. “Cada profissional perdido é importante para nós porque ele é muito especializado e há carência no mercado”, diz o sócio-fundador Roberto El Ibrahim, que é médico patologista.</p>
<p class="MsoNormal">De acordo com Ibrahim, a empresa está trabalhando na construção de um plano de carreira que motive os funcionários tanto do ponto de vista profissional como de remuneração, com oferta de bônus por desempenho. Para Ibrahim, é importante oferecer possibilidades de crescimento e desenvolvimento aos profissionais, que são médicos e técnicos.</p>
<p class="MsoNormal">O proprietário da metalúrgica Thornnox Usinagem, Sérgio Alberto, disse que foi atrás de cursos gratuitos no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) para os seis funcionários da empresa. De acordo com Alberto, a empresa tem passado por dificuldades por conta de produtos vindos da China e a saída está sendo mudar um pouco o serviço prestado.</p>
<p class="MsoNormal">Para isso, a qualificação dos funcionários é importante, afirma. “Adquirimos uma máquina de tecnologia de ponta e temos funcionários que estão fazendo treinamentos”, diz. Alberto revela que já chegou a oferecer até 15º salário e, assim que a empresa passar pela crise, pretende voltar com o benefício como um prêmio. “A ferramenta mais importante que a empresa tem é o funcionário”, diz.</p>
</div>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/economia/pme/noticia/2011/01/com-baixo-desemprego-pequenas-e-medias-investem-para-reter-talentos.html" target="_blank">http://g1.globo.com/ </a></p>
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		<title>Pequenas, mas com grandes desafios</title>
		<link>http://www.mobiliza.com.br/pequenas-mas-com-grandes-desafios/</link>
		<comments>http://www.mobiliza.com.br/pequenas-mas-com-grandes-desafios/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 14:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>george</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Para atrair e reter talentos, micro e pequenas empresas apostam em salários extras, cargos de liderança e ambiente favorável para inovar...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft size-full wp-image-250" src="http://www.mobiliza.com.br/wp-content/uploads/2010/12/melhjor.gif" alt="" width="244" height="109" />Para atrair e reter talentos, micro e pequenas empresas apostam em salários extras, cargos de liderança e ambiente favorável para inovar</p>
<p>Pesquisa recente divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que as micro e pequenas empresas (PMEs) empregam <strong>52,3%</strong> dos <strong>24,9 milhões</strong> de trabalhadores com carteira assinada no Brasil. E se para as grandes atrair e reter talentos é uma guerra, para as pequenas e microempresas essa batalha é ainda maior e demanda todas as armas possíveis.</p>
<p>&#8220;Oferecemos uma série de vantagens, como três salários extras por ano e meio dia por semana para desenvolvimento de inovação&#8221;, conta Carlos Eduardo Penteado, diretor da i8, especializada em sistemas de informações via internet.</p>
<p>Para ele, o importante é dar ao colaborador desafios e atividades que quebrem a rotina, além da acessibilidade total aos sócios. &#8220;Adotamos iniciativas em que as atividades são realizadas sabendo-se qual é o objetivo final, ou seja, as pessoas não são meros executantes de tarefas&#8221;, explica. Na opinião de Penteado, um dos grandes desafios é mostrar que o nível de aprendizado em uma PME agrega um valor intangível. &#8220;Em uma grande companhia, o salário e o status são muito relevantes, mas garantimos que o conhecimento adquirido aqui é enorme&#8221;, observa.</p>
<p>Na incubada <span style="color: #ff6600;"><strong>Mobiliza</strong></span>, que atua com tecnologias para educação a distância, a proposta para manter os talentos passa por oportunizar um ambiente favorável ao aprendizado e ao desenvolvimento profissional. &#8220;Buscamos, sempre que possível, alocar a pessoa em atividades relacionadas com suas áreas de interesse pessoal. Isso faz com que se aumente a produtividade e novas ideias surjam&#8221;, revela Kornelius Hermann Eidam, diretor-executivo da empresa.</p>
<p><strong>Conciliar expectativas</strong><br />
Ele conta que favorecer um clima profissional, porém descontraído, e focado na cooperação e colaboração está entre as iniciativas da empresa, mas que o principal desafio ainda passa por conciliar as expectativas financeiras e profissionais do colaborador.</p>
<p>Para Paula Galvão, consultora de RH e gerente executiva da Kombo, empresa que desenvolve tecnologia para a área de recursos humanos, a promessa de um rápido crescimento com a empresa é algo comum nas PMEs. Porém, se elas cumprirem o sonho ou caso o colaborador não seja preparado especialmente na questão comportamental para assumir cargos de liderança, a iniciativa pode virar uma armadilha. &#8220;Antes, o rápido crescimento de carreira representava um período de dez anos. Hoje, com a geração Y, a expectativa de crescimento é de no máximo quatro anos&#8221;, diz.</p>
<p>Segundo Paula, uma boa alternativa para as PMEs nascentes manterem seus talentos é estruturar bem o RH, investindo em planos de carreira que visam o desenvolvimento do colaborador, trazendo mais valor agregado. &#8220;Nada muito sofisticado. Ter descrições de cargos com avaliações e levantamento de gaps uma vez por ano pode ser o suficiente&#8221;, avalia. Ela conta, também, que outra preocupação deve estar em atrelar crescimento com retenção. Ou seja: fortalecer o processo de REtS para formar logo a primeira equipe já com perfil de liderança para que quando a pessoa cresça na empresa não haja problemas comportamentais.</p>
<p>Fonte:  <a href="http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=13013" target="_blank">http://revistamelhor.uol.com.br/textos.asp?codigo=13013</a></p>
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		<title>COIED &#8211; Conferência Online de Informática Educacional</title>
		<link>http://www.mobiliza.com.br/coied-conferencia-online-de-informatica-educacional-2/</link>
		<comments>http://www.mobiliza.com.br/coied-conferencia-online-de-informatica-educacional-2/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 18:20:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>george</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino a Distância]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai ocorrer entre os dias 07 e 19 de Fevereiro de 2011 a COIED - Conferência Online de Informática Educacional uma iniciativa...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-228" src="http://www.mobiliza.com.br/wp-content/uploads/2010/12/logo_banner.png" alt="Conferência Online de Informática Educacional" width="197" height="84" />Vai ocorrer entre os dias 07 e 19 de Fevereiro de 2011 a <a href="http://www.coied.com/" target="_blank">COIED</a> &#8211; Conferência Online de Informática Educacional uma iniciativa do Mestrado em Ciências da Educação da Universidade Católica Portuguesa. Os trabalhos para o COIED podem ser enviados até sete de janeiro de 2011, mais informações clique no link ao lado:<a href="http://www.coied.com/trabalhos.aspx" target="_blank">http://www.coied.com/trabalhos.aspx</a></p>
</div>
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		<title>Pequenas empresas empregam mais e definem estratégias para manter talentos</title>
		<link>http://www.mobiliza.com.br/pequenas-empresas-empregam-mais-e-definem-estrategias-para-manter-talentos/</link>
		<comments>http://www.mobiliza.com.br/pequenas-empresas-empregam-mais-e-definem-estrategias-para-manter-talentos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 11:36:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>george</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Nascentes apostam em salários extras, cargos de lideranças e ambiente favorável para inovar. Pesquisa recente divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que micro e pequenas empresas empregam 52,3% dos 24,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada no Brasil. As nascentes estão adotando diferentes estratégias para manter seus talentos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nascentes apostam em salários extras, cargos de lideranças e ambiente favorável para inovar.</p>
<p>Pesquisa recente divulgada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que micro e pequenas empresas empregam 52,3% dos 24,9 milhões de trabalhadores com carteira assinada no Brasil.</p>
<p><span id="more-80"></span></p>
<p>As nascentes estão adotando diferentes estratégias para manter seus talentos. Grandes empresas oferecem oportunidades e benefícios bem maiores, mas na luta para ter um colaborador efetivo na empresa vale tudo. “Oferecemos uma série de vantagens, entre elas até três salários extras por ano e meio dia por semana para desenvolvimento de inovação”, conta Carlos Eduardo Penteado, diretor da i8, empresa incubada no MIDI Tecnológico, que é especializada em sistemas de informações via internet.</p>
<p>Para ele, o importante é dar ao colaborador desafios e atividades que quebrem a rotina, além da acessibilidade total aos sócios. “Adotamos iniciativas em que as atividades são realizadas sabendo qual é o objetivo final, ou seja, as pessoas não são meros executantes de tarefas, são colocadas dentro de um contexto em que se enxerga os objetivos”, explica.</p>
<p>Na opinião de Carlos Eduardo, um dos grandes desafios é mostrar que o nível de aprendizado em uma empresa nascente agrega um valor intangível. “Em uma grande empresa, o salário e o status são muito relevantes, mas garantimos que o conhecimento adquirido aqui é enorme”, observa.</p>
<p>Na incubada <strong>Mobiliza</strong>, que atua com tecnologias para educação a distância, a proposta para manter os talentos passa por oportunizar um ambiente favorável ao aprendizado e ao desenvolvimento profissional de cada colaborador. “Buscamos, sempre que possível, alocar a pessoa em atividades relacionadas com suas áreas de interesse pessoal, isso faz com que se aumente a produtividade e novas ideias surjam”, revela Kornelius Hermann Eidam, diretor executivo da empresa.</p>
<p>Ele conta que favorecer um clima profissional, porém descontraído e focado na cooperação e colaboração estão entre as iniciativas da empresa, mas que o principal desafio ainda passa por conciliar as expectativas financeiras e profissionais do colaborador.</p>
<p>Já a consultora de RH e gerente executiva da Kombo, empresa que desenvolve tecnologia para a área de recursos humanos, acredita que a promessa de um rápido crescimento junto com a empresa é algo comum nas nascentes. “É um sonho dividido pelo empreendedor com todos os colaboradores”, explica.</p>
<p>Porém, Paula lembra que se a empresa não conseguir cumprir com o sonho ou caso o colaborador não seja preparado especialmente na questão comportamental para assumir cargos de liderança, a iniciativa pode ser transformar em armadilha. “Antigamente, o rápido crescimento de carreira representava um período de dez anos, mas atualmente, com a geração Y, a expectativa de crescimento por parte dos colaboradores é de no máximo quatro anos”, comenta.</p>
<p>Segundo Paula, uma boa alternativa para as nascentes manterem seus talentos é estruturar o RH desde pequeno, investindo em planos de carreiras que visam o desenvolvimento do colaborador, trazendo mais valor agregado. “Nada muito sofisticado. Ter descrições de cargos com avaliações e levantamento de GAPs uma vez por ano pode ser o suficiente”, avalia.</p>
<p>Ela conta, também, que outra preocupação deve estar, no fato de atrelar crescimento com a retenção, ou seja, é fortalecer o recrutamento e seleção para formar logo a primeira equipe já com perfil de liderança para que quando a pessoa cresça na empresa não haja problemas comportamentais.</p>
<p>Mesmo com as iniciativas, Paula conta que essa tarefa não é fácil. “Por isso criamos a Kombo, para tornar as ações de RH, mesmo em pequenas empresas, mais estratégicas e menos operacionais”, finaliza a gerente da empresa incubada.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.carreirafashion.com.br/site/noticias/noticia_default.asp?ID_categoria=82&amp;ID=35" target="_blank">http://www.carreirafashion.com.br</a></p>
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